No mundo, mais de três milhões de pessoas morrem todos os anos devido ao uso nocivo do álcool. O dado consta no Relatório Global sobre álcool e saúde, divulgado em 2018 pela Organização Mundial da Saúde. Além do risco de levar à morte, o consumo excessivo de bebida alcoólica pode prejudicar a vida pessoal e profissional de quem enfrenta a dependência química. O profissional começa a faltar ao trabalho repetidamente e, também, demonstra queda na produtividade. O Ministério do Trabalho estima que o álcool contribua para 50% das faltas ao serviço (absenteísmo). Um dependente químico falta cinco vezes mais do que um “limpo” (como são chamados os não dependentes). O custo com acidentes e doenças relacionados ao trabalho é estimado pelo Governo em R$ 26 bilhões — o equivalente a 2% do PIB — mas não há qualquer dado disponível sobre quantos desses acidentes estão relacionados ao álcool. Então os colegas notam uma mudança no comportamento e no humor do companheiro de trabalho. Ele aparenta estar mais irritado, sensível à luz e reclama de dor de cabeça todo dia. A princípio a ressaca vira motivo de piada, mas algum tempo depois se torna um inconveniente diário. O QUE A EMPRESA DEVE FAZER COM UM COLABORADOR ALCOÓLATRA A incidência de casos de funcionários embriagados no trabalho é menos comum do que se imagina. Considerada falta grave de acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT prevê, no artigo 482, alínea “f”, este é um dos motivos que pode levar o empregador a demitir o colaborador por justa causa. Apesar desta prerrogativa, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu o alcoolismo como uma doença progressiva, incurável e fatal, que consta no Código Internacional de Doenças (CID), com as classificações 291 (psicose alcoólica), 303 (síndrome de dependência do álcool) e 305.0 (abuso do álcool sem dependência). Portanto o trabalhador que apresentar-se na empresa e em horário de trabalho apresentando sintomas de embriaguez deve ser encaminhado ao INSS, antes de qualquer medida de punição disciplinar. Portanto, dispensar o trabalhador alcoólatra por justa causa significa deixar a responsabilidade de lado e enxergar somente os interesses próprios. A corporação que age dessa forma, independentemente da interpretação defendida na lei, é desumana e injusta. Do uso social ao problemático, o álcool é a droga mais consumida no mundo. Segundo dados de 2004 da Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente 2 bilhões de pessoas consomem bebidas alcoólicas. Seu uso indevido é um dos principais fatores que contribui para a diminuição da saúde mundial, sendo responsável por 3,2% de todas as mortes e por 4% de todos os anos perdidos de vida útil. Quando esses índices são analisados em relação à América Latina, o álcool assume uma importância ainda maior. Cerca de 16% dos anos de vida útil perdidos neste continente, estão relacionados ao uso indevido dessa substância, índice quatro vezes maior do que a média mundial. (OMS, 2004) Cabe, portanto, à empresa amparar o trabalhador alcoólatra, tentar compreender os motivos pelos quais ele recorre à droga como refúgio e, por fim, realizar o papel de orientadora.

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